Atendimento Infantil (5 a 11 anos)

Análise Infantil: Acolhendo a Expressão e o Sofrimento da Criança

Quando a Análise Infantil é Indicada?

O sofrimento na infância pode se manifestar de formas sutis. Veja alguns sinais a observar.

Dificuldades Escolares

Queda no rendimento, problemas de aprendizagem ou dificuldades de socialização com colegas podem indicar questões emocionais que precisam de atenção.

Mudanças de Comportamento

Agitação excessiva, agressividade, medos intensos, enurese noturna (xixi na cama) ou isolamento repentino são formas de a criança expressar angústia.

Como Funciona a Análise com Crianças?

O processo analítico infantil é construído através do lúdico e da confiança, respeitando o tempo da criança.

Primeiro Passo

Entrevista com os Pais: A primeira sessão é realizada apenas com os pais ou responsáveis para entender a queixa, a história da criança e a dinâmica familiar.

Segundo Passo

Sessões Lúdicas com a Criança: A criança é convidada a brincar e desenhar livremente. É neste espaço que ela expressará seus conflitos e fantasias inconscientes.

Terceiro Passo

Intervenções da Analista: Através do jogo, a psicanalista Luciana Carrillo realiza intervenções pontuais para ajudar a criança a nomear e elaborar seus sentimentos.

Quarto Passo

Devolutivas aos Pais: Periodicamente, a analista conversa com os pais para compartilhar percepções sobre o processo (sem quebrar o sigilo da criança) e oferecer orientações.

Quinto Passo

Construção de Novos Caminhos: A análise ajuda a criança a encontrar novas formas de lidar com seus medos e angústias, melhorando seu bem-estar e suas relações sociais e familiares.

A Linguagem da Criança: o Brincar e o Desenhar

Diferente do adulto, a criança não expressa seus conflitos apenas pela fala direta. O brincar, o desenhar e o jogar são suas principais formas de linguagem. A psicanalista Luciana Carrillo utiliza esses recursos lúdicos como a principal via de acesso ao universo psíquico infantil. No consultório, a criança encontra um espaço seguro e materiais à sua disposição para que possa, livremente, encenar suas fantasias, medos e angústias. É através da observação e da intervenção cuidadosa nessas atividades que a analista consegue compreender o que se passa com a criança e ajudá-la a elaborar suas questões, respeitando seu modo singular de ser e se expressar.

O Papel dos Pais no Processo Analítico Infantil

A análise de uma criança não acontece de forma isolada; os pais ou responsáveis são parte fundamental do processo. A psicanalista Luciana Carrillo realiza entrevistas periódicas com os pais para escutar suas percepções, orientá-los sobre o andamento do tratamento e compreender a dinâmica familiar que envolve a criança. Essa parceria é essencial, pois as mudanças observadas no comportamento infantil muitas vezes estão entrelaçadas com o ambiente e as relações em casa. O sigilo sobre o conteúdo específico trazido pela criança durante as sessões é mantido, mas o diálogo com os pais é crucial para o sucesso da análise e para o bem-estar da criança.

Por que Escolher a Psicanalista Luciana Carrillo para seu Filho(a)?

Luciana Carrillo possui uma abordagem sensível e especializada para o atendimento infantil, compreendendo as particularidades do desenvolvimento psíquico da criança. Ela oferece um ambiente lúdico e acolhedor, onde a criança se sente segura para ser ela mesma e expressar suas emoções livremente, seja pela fala, pelo desenho ou pela brincadeira. Sua prática se baseia em uma escuta atenta, não apenas ao que a criança diz, mas a como ela se expressa em suas ações, reconhecendo a importância de cada gesto. O trabalho em conjunto com os pais garante uma abordagem completa e integrada, visando sempre o bem-estar da criança.

Perguntas Frequentes

Esclareça aqui algumas dúvidas comuns sobre como funciona o processo de psicanálise com crianças.
Sim. A principal forma de comunicação da criança na análise não é a fala direta sobre os problemas, mas sim o brincar e o desenhar. É através desses atos que a psicanalista Luciana Carrillo compreende e trabalha os conflitos da criança.
Não. O espaço da criança na análise é sigiloso para que ela se sinta segura. A psicanalista fará reuniões periódicas com os pais para falar sobre o andamento do processo e dar orientações, mas o conteúdo específico das sessões é preservado.
Sim, a psicanálise pode oferecer um espaço importante para a criança no espectro autista. O foco é ajudá-la a construir sua subjetividade e a encontrar formas singulares de se relacionar com o mundo, sem a pressão de se adaptar a um padrão.

Áreas de Atuação